A agroindústria é o conjunto de atividades relacionadas à transformação de matérias-primas provenientes da agricultura, pecuária, aqüicultura ou silvicultura. O grau de transformação varia amplamente em função dos objetivos das empresas agroindustriais. Para cada uma dessas matérias-primas, a agroindústria é um segmento da cadeia que vai desde o fornecimento de insumos agrícolas até o consumidor. Em comparação a outros segmentos industriais da economia, ela apresenta uma certa originalidade decorrente de três características fundamentais das matérias-primas: sazonabilidade, perecibilidade e heterogeneidade. Veja sites que tratam da análise, consolidação e aplicação sustentáveis de princípios, métodos e modelos da agronomia na agroindústria.E o Brasil é um dos países que a agroindústria esta em alta.
sexta-feira, 15 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
O agronegócio no Brasil
O agronegócio é formado por um conjunto de atividades interdependentes que têm em seu centro a agropecuária. Num dos pólos dessas atividades estão os fornecedores de máquinas, equipamentos e insumos agrícolas e, no outro, as atividades de processamento industrial, de distribuição e serviços.
Dessa forma, estão articulados três setores de atividade econômica: primário(agropecuária e extração vegetal), secundário (indústria) e terciário (distribuição e comercialização).
O agronegócio agrupa as atividades econômicas que mais cresceram no início do século 21 no Brasil. Em 2004, empregava a terça parte da população economicamente ativa (PEA) e contribuiu com 43% das exportações totais do país(US$ 39 bilhões, um recorde, com crescimento de 27% sobre as exportações de 2003) 34% do PÌB (Produto Interno Bruto).
Marcadores:
agronegócio
Agronomia: Uma Boa Escolha?
Gostar de passar o fim de semana no campo não credencia você a ser um engenheiro agrônomo em potencial, mas já pode ajudar. "O jovem que opta por realizar o curso de Agronomia deve ter uma motivação muito grande para tratar com 'as coisas da terra' de uma forma direta", avisa o engenheiro agrônomo Elemar Antonino Cassol, professor da faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
O bom momento do agronegócio brasileiro também vem aumentando a procura por profissionais da área, que lidam com a produção agropecuária e com o meio ambiente.
É pra você?
Quem não gosta nem de mosquito, não costuma passar perto deste tipo de opção. Mas há quem ache que já que gosta de fazenda e animais, pode ser um bom engenheiro agrônomo. "Não dá para pensar apenas no 'lado romântico' de uma visita de fim de semana a um sítio ou de um contato eventual com animais", avisa o professor da UFRGS. No mínimo, é preciso saber que vai pisar no barro e vai andar na chuva. "O aluno precisa gostar de sentir o cheiro da terra, saber enxergar a importância de uma planta, a utilidade de uma máquina ou implemento, reconhecer o temperamento de um animal e sobretudo saber valorizar o meio ambiente", enumera.
O que vem por aí
Como em boa parte das profissões, a área ambiental vem ganhando espaço. "A intensificação do processo produtivo, a escassez de áreas para ampliar a produção, a geração de efluentes e resíduos devido ao processo produtivo agropecuário e as agroindústrias acaba por gerar grandes problemas ambientais que o profissional da agronomia deverá estar apto a enfrentar", avisa Cassol. A tecnologia também é um grande diferencial, já que foi-se o tempo em que o homem do campo era atrasado. "No processo produtivo, o engenheiro agrônomo não deve se descuidar dos avanços tecnológicos voltados ao solo, as plantas e aos animais. O saneamento rural, os avanços na agricultura de precisão com aplicação das técnicas do geoprocessamento e os produtos geneticamente modificados estão a exigir uma certa mudança no perfil de atuação."
Diferencial
Para ter destaque ainda na sala de aula, o aluno da Agronomia deve fortalecer o aprendizado nas ciências básicas, avisa o professor da UFRGS. "É a aplicação da biologia, da química, da física e da matemática na agricultura que fará o profissional entender os fenômenos e os princípios que envolvem o solo, as plantas e os animais", diz. Além disso, estagiar na área ou atuar em pesquisa científica vão ampliar seus conhecimentos. "Com isso, certamente, o aluno aperfeiçoará sua formação acadêmica e o deixará preparado para enfrentar todos os desafios profissionais."
Mercado
O campo de atuação do engenheiro agrônomo engloba toda a produção agropecuária, explica Cassol. Assim, o profissional sai da faculdade pronto para atuar em áreas bem diferentes do agronegócio, como produção agrícola e animal, defesa fitossanitária, construções rurais, mecanização agrícola, agronegócio e planejamento rural. Existe um piso salarial de seis salários mínimos para seis horas de trabalho diárias. Se forem oito horas, o piso passa para 8,5 salários mínimos. Segundo o professor, as áreas mais comuns de atuação são as de assistência técnica e extensão rural, vinculadas a instituições públicas como Emater, Secretarias Estadual e Municipal de Agricultura e órgãos do Ministério da Agricultura, e em instituições privadas como cooperativas, ONGs ou empresas rurais.
Na iniciativa privada, as áreas mais comuns de atuação são no gerenciamento e administração de uma propriedade própria ou da família ou implantação de um escritório de planejamento, voltado a projetos de produção e de crédito agropecuário. "Escritório de paisagismo também representa uma boa opção, especialmente quando de atuação conjunta com arquitetos paisagistas", cita Cassol. Além disso, há possibilidade de estabelecer empresas para atuar na área de perícias judiciais relacionadas a ações agropecuárias.
Marcadores:
Agronomia
sábado, 9 de março de 2013
Fatos sobre a Profissão de Engenheiro Agrônomo:
Pra começo de pagina trazemos um vídeo bem interessante sobre as curiosidades da profissão de engenheiro agrônomo.
O vídeo mostra que a agronomia não está presente somente no campo, mas em áreas diversas, dê o play e confira a entrevista completa do Jornal EPTV.
Assinar:
Postagens (Atom)

